Pensei que isso era coisa só de filme de Zé do Caixão, mas é real e foi protagonizada por universitários da Universidade Federal Fluminense.
Depoimento de Aluízio Amorim:
Do G1
Nos meus mais de 40 anos de jornalismo nunca vi nada igual. E não tenho sequer ânimo para analisar e comentar a festa diabólica que aconteceu num curso da Universidade Federal Fluminense em Rio das Ostras. Também não há nem condições de reproduzir as fotos desse festejo, dito "performance", envolvendo rituais em que ocorreram mutilação de genitais. Uma coisa impressionante!
Penso, honestamente, que a maioria dos brasileiros de bem rejeita essas barbaridades. E indago, por qual razão estão transformando as universidades brasileiras numa completa esculhambação? Que futuro terá o Brasil, quando das instituições de ensino servem de palco para todos os tipos de iniquidades inimagináveis?, quando deveriam ser um local de paz, tranquilidade, respeito e educação.
Estes episódios nefastos têm de ser debatidos pela Oposição durante esta campanha eleitoral. Os brasileiros precisam ficar muito cientes desses fatos. Se as instituições de ensino estão completamente anarquizadas, estamos diante de uma situação muito perigosa.
Enfim, não há palavras para definir o que houve na UFF e o que está havendo no Brasil em termos de violência e estupidez. A reportagem do site de O Globo dá uma ideia precisa do que ocorreu na UFF de Rio das Ostras.
Do G1
Uma confraternização do Seminário Corpo e Resistência, batizado de “Xereka Satânik” realizado na última quarta-feira, 28, será alvo de investigações do Ministério Público do Rio de Janeiro. A denúncia foi encaminhada pela Universidade Federal Fluminense (UFF), onde foi realizado o evento do curso de Produção Cultural da instituição em Rio das Ostras.
Segundo a universidade, o evento começou como uma performance, mas ao final várias pessoas ficaram nuas e uma mulher teria tido a vagina costurada por outra. Uma comissão da faculdade ainda vai avaliar fotos e informações de alguns alunos nas redes sociais. “A administração central da UFF só vai se posicionar depois que a comissão apurar os fatos”, informou a assessoria.
No facebook, 354 pessoas confirmaram presença para o “Xereca Satanik- A festa”, que conforme a descrição, é uma “Festa de Confraternização do Seminário Corpo e Resistência e 2º Seminário de Investigação e Criação do Grupo de Pesquisas Cultura e Cidade”. A atividades do eventos também são descritas, incluindo “ Pegação, fetiches, evoébaco, destruição, paganismo, bruxaria, baphos, funk, rock, travessuras e travestir, fofuras, paz e amor”, dentre outros.
Uma conversa entre os organizadores informar que as fotos do evento foram retiradas após denúncia. Em outra atualização, uma usuária identificada como “Jokasta Bom Peixoto” se posiciona contra as denúncias do Ministério Público, Conselho Universitário da UFF e Prefeitura de Rio das Ostras. “Todos os dias nos costuram com linhas invisíveis de machismo, de moralismo, de valores conservadores. Nossa xereca é profana, nosso corpo é uma expressão efêmera de nós mesmo”, defende.
Em entrevista ao jornal O GLOBO, uma fonte que não se identificou disse que a atividade foi apenas performática e que as pessoas nuas eram de um grupo de teatro mineiro, de Juiz de Fora. A fonte ainda afirma que alunos da UFF não se despiram ou sofreram agressão, mas alguns alunos podem ter se sentido ofendidos com as cenas fortes. Ainda segundo o entrevistado, nenhum aluno foi obrigado a participar da “encenação” ou violentado.
As fotos foram obtidas no Facebook do grupo e no site "Faca na Caveira".



























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