Neo-socialismo tenta revogar até as leis naturais: “Queremos promover a igualdade entre homens e mulheres”

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Gabriel Froes e amiguinha
França: famílias boicotam escolas que ensinam “ideologia de gênero”

Segundo a BBC, muitas famílias francesas tiram seus filhos das aulas que ensinam ou viriam a ensinar a negação “das diferenças sexuais entre homens e mulheres”. A polêmica foi gerada pelo programa “ABCD da Igualdade”, concebido pelos Ministérios da Educação e dos Direitos das Mulheres, no governo socialista de François Hollande.

O pretexto do programa é combater as ideias “homofóbicas” e misóginas, a fim de que uma moça queira ser engenheira ou bombeira e um rapaz vire parteiro, mas, na realidade, o temor generalizado é de que o governo pretende impelir a “teoria do gênero” na mente das crianças para eliminar a ideia das diferenças naturais biológicas e sociais entre os homens e mulheres e promover a homossexualidade.

Entretanto, o objetivo real é ainda mais profundo e filosófico: trata-se de formar as crianças numa falsa “religião” visceralmente igualitária e anticatólica, como explicou o ministro da Educação, Vincent Peillon. “Queremos promover a igualdade entre homens e mulheres”, disse Peillon, que não teme afirmar que se trata de apagar a Igreja Católica da França em nome dos ideais igualitários e sensuais da Revolução Francesa.

Os pais temem inclusive aulas de sexualidade nas escolas primárias com demonstrações “explícitas” às crianças.

A ministra dos Direitos das Mulheres e porta-voz do governo, Najat Vallaud-Belkacem, tentou desfazer os temores, porém só conseguiu agravá-los, devido à péssima imagem do governo diante do eleitorado francês.

Em Estrasburgo, no leste da França, um terço dos alunos faltou às aulas. Muitos deles são imigrantes que o governo socialista, paradoxalmente, favorece com muitos subsídios, segundo o Le Figaro. Em Meaux, periferia pobre nos arredores de Paris, 20% dos alunos faltaram.

O governo tentou desanimar a oposição afirmando que apenas uma centena das 48 mil escolas francesas foi afetada. Mas a resistência moral familiar vem ganhando força no país.

Pelo visto a mais nova paranóia das esquerdas de querer convencer à humanidade que não há diferenças sexuais entre homens e mulheres é pandêmica. Sem dúvida, dado ao fracasso universal do socialismo como regime político, tem vermelhinho catando papel na ventania, tentando se agarrar a qualquer novidade absurda para ver se emplaca pelo menos uma. Estão tão desesperados que querem revogar até as leis da natureza.

Tadinhos...

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