O índio no Brasil só se comporta como tal quando lhe convém.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Claudio Humberto imforma que os índios que saíram às ruas, ontem, começaram a chegar a Brasília domingo, em voos da TAM, e foram instruídos a não revelar quem lhes pagou a viagem. Mas foram ONGs, sobretudo estrangeiras, empenhadas em derrubar a Proposta de Emenda Constitucional 215, que atribui ao Congresso a demarcação de terras indígenas e quilombolas, porque perdem influência e o poder que hoje desfrutam em órgãos do governo federal.

Eu fico imaginando a reação dos habitantes do mundo civilizado ao ver cenas dignas do sétimo regimento de cavalaria do exército do General Custer, combatendo a coalizão de Cheyennes e Sioux comandada por Touro Sentado e Cavalo Louco em 1876 na batalha de Little Bighorn.

Em qualquer país decente, esses índios de araque que se vendem por dez réis de mel coado, nem embarcariam nos aviões, quanto mais posar com arcos e flechas apontados para a sede do governo e muito menos ameaçar ou ferir policiais.

Aliás, país civilizado não tem índio. Quando os tem, o Estado os obriga a serem cidadãos como quaisquer outros e não excrescências animalescas que tudo podem em nome das suas “culturas”, que têm que ser preservadas. Ora, quem preserva cultura é museu, e o que tínhamos a absorver dessas “culturas” já foi absorvido faz tempo.

Chega de tanto privilégio para esses safados que só são índios quando lhes convém.

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