“Eu assistirei aos jogos na TV, mas eu não vou (ao estádio). Eu tenho dois ingressos para jogos, e eu estava na delegação oficial com Lula, Dunga e Romário, quando a Fifa escolheu o Brasil. Estou muito decepcionado com tudo o que aconteceu desde então. Nós poderíamos usar o dinheiro para construir algo diferente de estádios em um país que precisa de tudo: hospitais, escolas, transportes. Ronaldo é um imbecil por dizer que não é o papel da Copa do Mundo para construir esta infraestrutura. Ele deveria fechar a boca.”
Paulo Coelho, em entrevista ao Le Journal du Dimanche.
Não há dúvida nenhuma que o imbecil é Paulo Coelho - nesse caso e em todos os outros que o incluam -, que foi um dos garotos-propaganda da candidatura do Brasil a sede da Copa, o sonho de um megalomaníaco jumento barbudo, o qual o “mago” amava de paixão. Aliás, o tradutor do Google usado pelo pastel que editou a entrevista fez jus ao português de Paulo Coelho em sua subliteratura.
O imbecil do Paulo Coelho, se usasse a cabeça para separar as orelhas de vez em quando, não contestaria o que Ronaldo disse, já que a Fifa não é uma instituição de caridade e, muito menos, o governo do PT, que ele ajudou a eleger, tem - e jamais teve - algum interesse em “hospitais, escolas e transportes”. É só o bolso deles que importa - da Fifa e do PT.
Ronaldo pode até estar do lado errado, mas está certíssimo: Copas do Mundo de Futebol nunca tiveram compromisso com as “infraestruturas” dos países-sede. Muito pelo contrário, elas costumam ser usadas como armas populistas para desviar a atenção do povo e ocultar os grandes e verdadeiros problemas, exatamente o que o PT faz desde que assumiu o poder: tentar esconder os "malfeitos".

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