Sir Ney, o inimputável

quinta-feira, 29 de maio de 2014

O Al Capone de Curupu
Do Radar OnLine

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ao STF um parecer em que pede o arquivamento da investigação contra José Sarney, suspeito de uso de informação privilegiada, por sacar 2 milhões de reais que tinha no Banco Santos, na véspera de a instituição ser liquidada pelo BC.

O processo foi encaminhado pela Justiça Federal de São Paulo na semana passada. Janot elencou duas razões para o pedido de arquivamento.  Ei-los:

1) O caso já prescreveu, pois ocorreu há mais de seis anos (a liquidação ocorreu em 2004).  O  delito estaria prescrito desde 2010. A prescrição ocorre em doze anos, mas cai para seis anos devido aos 84 anos de idade de Sarney.

2) A inexistência de “elementos suficientes para configuração integral da adequação típica” da conduta de Sarney.

Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, advogado de Sarney, esteve hoje com Dias Toffoli, relator do caso, e saiu de lá convencido que o ministro decidirá pelo arquivamento ainda hoje.

Com Toffoli como relator de qualquer coisa, os bandidos sempre ganham.

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