Minha experiência pessoal com Joaquim Levy foi a melhor possível. Detentor de uma carta precatória do Estado do Rio de Janeiro desde 1995, quando ganhei uma causa, em 2008 eu continuava a ver navios, quando decidi mexer meus pauzinhos através de meus conhecimentos no Globo, e acabei sendo contactado por telefone pela assessora de Levy. Em dez dias, o precatório foi pago - só que o meu advogado me levou tudo, mas isso é outra história.
Claro, isso é um caso pessoal que até para mim conta pouco para avalizar a escolha de um ministro, mas, segundo eu sei, Joaquim é competente no que faz. Além ter sido secretário do Tesouro e vice-presidente do BID, Levy foi economista-chefe do Ministério do Planejamento, subsecretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, professor do curso de Mestrado em Economia da Fundação Getulio Vargas, integrou os quadros do FMI, e foi economista visitante no Banco Central Europeu. Atualmente ocupa a Diretoria de Gestão e Estratégia da Bradesco Asset Management.
Sei também que Levy nunca se sentiu a vontade com os políticos que cercam Sergio Cabral e nem com os empresários com quem Cabral mantém relações. O fato dele ter deixado o Governo às vésperas da eleição é sintomático.
Enfim, Joaquim Levy tem um senhor currículo. Que o honre nessa nova missão que eu não desejaria ao meu pior inimigo!

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